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outubro 2015

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“Olhares”, por Nezias Colline Árcega, em cartaz no Quintana

FullSizeRender (1)Em sua primeira exposição individual, Nezias Colline Árcega expõe no Quintana Café e Restaurante a mostra “Olhares”, em cartaz no espaço até 20 de novembro. Em uma coletânea de obras datadas entre 1989 e 2015, o artista demonstra por meio de cores suaves algumas imagens do que admirou em sua vida, em uma coleção viva e sutil.

Com o uso da técnica óleo sobre tela, o também cartazista e desenhista artístico traz como ponto de partida a tela “Tempo Perdido”, em um trabalho abstrato e marcante. Na sequência, percebe-se sua paixão pela temática marinha, além de paisagens com a presença da saudosa Araucária, que retrata sua paixão por sua terra e suas origens.

Em meio ao seu trabalho profissional, o artista sempre manteve o hobby de pintar presente, mesmo com alguns períodos ausentes da área plástica. Foi após visitar o Quintana que, em 2014, resolveu retomar o trabalho, a fim de finalizar a mostra hoje em cartaz no espaço.

Autodidata, algumas expedições pela rica natureza do Paraná viraram telas admiráveis. Para o artista, pintar sempre foi um momento inspirador, que o tirava da rotina e o fazia relembrar o que estava ao seu redor. Suas emoções trazem vida às telas e inspiram os visitantes a pensar e também explorar o seu imaginário. Para inspirar e motivar!

Sobre os índios Guarani-Kaiowá – entenda a situação e saiba como preservar esta cultura!

Índios são parte importantíssima da cultura brasileira. É o caso da cultura Guarani, presente desde a época da conquista e que luta para manter sua origem viva em meio a ocupação do território pelo homem branco. A questão permanece viva até hoje, e os índios Guarani-Kaiowá lutam permanentemente, e com pouco apoio, para manter vivos os membros de sua etnia. Por conta disso, o Quintana Café e Restaurante traz a história desta população, a fim de mostrar como cada um pode fazer a sua parte e ajudar nesta causa.

Após a sua grande redução por meio da colonização, hoje a briga situa-se entre grandes empresas e fazendeiros, que tem interesse em controlar terras antes ocupadas pelos índios. Mesmo sendo responsáveis por diversas alianças que garantiram a hegemonia e marcaram o território brasileiro, não são eles que usufruem das riquezas da terra, e suas condições de trabalho e vida reduzem-se pouco a pouco. Matas nativas são substituídas por criações de gado; sua riqueza, perdida. “Os Guarani-Kaiowá vêm enfrentando ataques contra suas vidas e integridade como povo há séculos”, como conta a antropóloga Andréia Baia.

O clima de confronto permanece. No último mês, os embates tomaram grande força no Mato Grosso do Sul, com indígenas que perderam a vida lutando por seu espaço. A história no papel não reflete a realidade. Por isso, é preciso uma mobilização da população e o entendimento da importância da causa, para retirar os preconceitos que a população indígena passa nos locais em que habita. “Vivendo uma crise humanitária, comunidades onde os recentes ataques têm acontecido se encontram em situação de total vulnerabilidade”, conclui Andréia.

Em Curitiba, diversos pontos comerciais se tornaram locais de arrecadação de doações, a fim de contribuir com a situação dos Guarani-Kaiowá. Além disso, busca-se um maior entendimento e apoio à situação, para que medidas sejam aplicadas com a ajuda da mobilização popular. A ação foi proposta pela ARPIN Sudeste (Associação de Povos Indígenas do Sudeste), que lançaram a campanha em colaboração com a Comissão Guarani Yvyrupa – CGY, Coletivo Tenonderã Ayvu e apoiadores da causa indígena em São Paulo do Coletivo Antena Guarani.

Cultura

Os índios Guarani-Kaiowá preservam sua língua nativa, falada de maneira corrente em meio aos seus membros. O artesanato é feito com base no conhecimento biodinâmico, em respeito à natureza, e aproveita-se de materiais integralmente. As peças construídas com o seu artesanato são hoje sua principal fonte de renda e sustento.

A música tem grande poder em sua cultura e identidade, com rituais cantados com toque ritmado. Para eles, a função do Pajé é importantíssima, tão valorizada quanto a de um guerreiro. Para eles, os embates vão além desta dimensão, e precisam ser mediados por quem consegue alcançar estes outros planos.

Uma cultura sem fim, que precisa ser valorizada e, acima de tudo, preservada.

Serviço: Ponto de Coleta de Doações

Em Curitiba

Quintana Café e Restaurante. Av. do Batel, 1440 – Batel. Horário: Todos os dias, das 11h30 às 16 horas. Informações: (41) 3078-6044. www.quintanacafe.com.br

Jardim das Amoras Brancas. Dr.Mendes de Araujo, 85, lateral do Parque São Lourenço.
Horário: De segunda a sexta das 20 às 23 horas. Para outros horários, contato por telefone: Lívia Oliveira (41) 9695-6920. Informações: Suryen Choinski: (41) 9883-2561 (TIM) e (41) 9126-9808 (Vivo).

Livraria e Café Cerejeira. Rua Duque de Caxias, 119 – Centro. Horário: Terça à sexta, das 13 às 19 horas. Domingo, das 13 às 17 horas. Informações: (41) 3053-3245.

Casa Base. Rua Dr. Goulin, 1055 – Juvevê. Horários: De segunda à sexta, das 9 às 18 horas. Informações: (41) 3030-3785.

Universidade Federal do Paraná – Reitoria (As caixas de coleta estão instaladas nas portarias dos prédios Dom Pedro I e II). Rua XV de Novembro, 1299. Horários: De segunda à sexta, das 7h30 às 20 horas. Sábados, das 7h30 às 12 horas. Informações: (41) 3677-9498 (Andréia ou com Lareane Machado).

Universidade Federal do Paraná – Prédio Histórico, Praça Santos Andrade. Horários: De segunda à sexta, das 8 às 22 horas. Sábados, das 8 às 12 horas. Informações: (41) 3677-9498 e (41) 9253-9899 (Andréia Baia Prestes).

Casa João de Barro. Rua Teffé, 805 – Bom Retiro. Horários: De segunda à sexta, das 14 às 20 horas. Informações: (41) 3023-6967.

Encontro da Amazônia. Rua Nilo Peçanha, 1907. Horários: De segunda à sexta, das 9 às 18 horas.Informações: (41) 3014-0030 (Marcos Dias).

Residência da Márcia Széliga. Rua Leão Sallum, 1360 – Boa Vista. Horários: De segunda à sexta, das 9 às 11 horas e das 14 às 16 horas. Informações: (41) 3089-2611.

Varanda Café. Rua Costa Rica, 358 – Bacacheri. Horários: De terça à sexta, das 13 às 20 horas. Sábado, das 10 às 19 horas. Informações: (41) 9926.6162 e (41) 9619-4602 (Bruna Gonçalves).

ONG Uirapuru. Rua é Travessa dos editores, 46. Horários: De segunda à sábado, das 9 às 18 horas. Informações: (41) 3024-7119 (Andreia Guarani Nhandeva).

Mamba Vegan. Rua Tapajós, 19 – São Francisco. Horários: De quarta à sábado, das 18 às 23 horas.

Centro Universitário Curitiba – Campus Milton Vianna. Rua Chile, 1678, Rebouças, Curitiba. Horário: De segunda à sexta, das 8h20 às 19 horas. Informações: (41) 3213-8700.
Telefone: 3213-8700

Espaço Darshana Desenvolvimento. Rua José de Alencar 1947, Juvevê.
Combinar horário de entrega com Leandro Stringari: (41) 9757-1222.

Espaço Natural da Ordem. Rua Trajano Reis 54 – Centro. Horários: De segunda à sexta, das 12 às 16 horas.
Associação Ita Wegman. Rua Eduardo Sprada, 3572, Campo Comprido. Horários: De segunda à sexta, das 7h30 às 17 horas.Informações: Andréia Baia (41) 9253-9899.

Residência Nubra Martin. Rua Emílio de Menezes, 572. ap 1b. Horários: Das 7 às 18 horas. Informações: (41) 3205-3444.

Em São Paulo

Aldeia Tekoa Pyau. CECI Jaraguá – Rua Comendador José de Matos, 386. Horários: De segunda à sexta, das 8 às 16 horas.
UNESP-IA. Rua Dr Bento Teobaldo Ferraz, 271. Horários: Das 10 às 18 horas. Informações: (11) 3393-8530.

Lapa. Rua Visconde de Pelotas, 286. Horários: De segunda à domingo, das 6 às 23 horas.

FESPSP. Rua General Jardim, 522. Horários: De segunda à sexta, das 7h30 às 22h30. Sábado, das 8 às 16 horas.
Sala Crisantempo. Rua Fidalga, 521. Horários: De segunda à sexta, das 8 às 20 horas.

Vila Rosária. Travessa Masérata, 94A – antigo 20.

Na Grande São Paulo e ABC Paulista

Santo André. Casa da Lagartixa Preta “Malagueña Salerosa”. Rua Alcides de Queirós, 161.

São Caetano do Sul. Orgânicos Viva Bem. Rua Marina GIacomini, 57 B – Santa Paula. Horários: De segunda à sexta, das 9 às 19 horas. Sábado, das 9 às 16 horas.

Espaço Santosha. Rua Manoel Augusto Ferreirinha,1278, Boa Vista. Horários: De segunda à sexta, das 9 às 12 horas e 14 às 20 horas. Sábados, das 9 as 12 horas.

Guarulhos. UNIFESP. Av. Monteiro Lobato, 679 – Bairro Macedo. C.A. de História da Arte. De Segunda à quinta, das 14 às 21 horas.
No Interior de São Paulo

Jacareí. Rua Luiz Simon, 113 Sala 2 – Jardim Paraíba. Horários: Das 9h30 às 18 horas.

Em Belo Horizonte 

Espaço 4Y25. Av. Augusto de Lima, 233 – sl 74 – Edifício Maletta. Horários: De terça à sexta, das 20 às 0 horas. Sábado, das 14 às 18 horas.